O FANTIN • SIQUEIRA com mais de 25 anos atuando no mercado de arquitetura, arquitetura de interiores e arquitetura corporativa realiza e administra obras com qualidade, prazos fiéis; sempre preocupados com o custo-benefício para seus clientes.
A qualidade dos seus trabalhos é garantida por profissionais experientes e ferramentas de gestão que dinamizam e controlam todo o processo.
Com um portfólio inclusivo e dinâmico, onde se contempla de retrofit à projetos hospitalares, de apartamentos à sedes de fazendas, passando por projetos corporativos, lojas e residências urbanas.

Com a mesma categoria e profissionalismo o escritório solidifica sua marca.

Através de metodologia própria o FANTIN • SIQUEIRA oferece processos ágeis e adequados a cada cliente e situação.
ARQUITETOS

ALEXANDRE FANTIN
Arquiteto, diretor de arte, poeta, cronista; circulando pelas diversas manifestações como mostra suas qualificações.
Na arquitetura vem desenvolvendo projetos residenciais, corporativos e de interiores; como diretor de arte desenvolveu projetos para filmes publicitários junto a produtoras de renome.
Escreveu durante dois anos em um site de arquitetura onde falava de bandidos / mocinhos e escrevia sobre teatro.
Lançou um álbum de poemas com tiragem limitada, elaborado artesanalmente. Participou com seus poemas do livro “Mulheres do Brasil” pela editora Magma. Hoje prepara o lançamento de seu novo livro para o 1°semestre de 2016 e articula a curadoria do projeto fotográfico: Gotham City.
www.fantinsiqueiraarq.com.br/cidadedescoberta
EDUARDO SIQUEIRA
Desenvolve um trabalho totalmente autoral desde o inicio do exercício como Arquiteto.
Não se enquadrando em um estilo ou escola, justamente por sua verve criativa que o impede de seguir tendências e modismos.
Dono de um senso estético único, possui uma carteira de clientes diversificada. Seja em projetos corporativos, residenciais, cenográficos ou mesmo criando lojas personalíssimas, seu traço fica evidente, embora com a personalidade de seus clientes / amigos.
Um apaixonado inveterado por salas de cinema e espetáculos, cria projetos paralelos, estes, devaneios do que deveriam ser (por exemplo) as salas de cinema nos dias atuais. Defende a volta do humanismo romântico, como resgate de uma sociedade mais bela e justa.